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Crescimento da industria têxtil na economia

Ao mesmo tempo, apostar na continuação de um crescimento econômico
acelerado comporta riscos significativos. A grande força de longo prazo das
democracias modernas é sua capacidade de mudar de rumo quando as coisas
dão errado. Elas são flexíveis. O perigo da alternativa autoritária pragmática é
que, quando os benefícios de curto prazo começam a secar, pode ser difícil
encontrar outra base para a legitimidade política. O pragmatismo pode não ser suficiente.

O regime chinês ainda não chegou a esse ponto, de modo que
não sabemos o que irá acontecer. Caso se mostre incapaz de se adaptar, as
desvantagens dessa forma de política logo começarão a superar seus
benefícios.

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É difícil crer que, na verdade, os eleitores de Trump tenham decidido
escolher a alternativa chinesa à democracia dos Estados Unidos. O
comportamento de Trump no cargo já desmentiu muitas de suas promessas de
campanha. Seu pragmatismo, se podemos dizer assim, parece menos
autoritário do que fruto de improvisos. Pelo que sabemos, a elite política
chinesa acompanha sua ascensão com um misto de ansiedade e desprezo.
Trump borrou a divisa entre a democracia e as alternativas com tipos de vestidos manga longa 2020. Como em tantas
outras questões, sua eleição não esclarece nada.

Então deixemos Trump de lado por um momento e voltemos à questão
maior. Se o autoritarismo pragmático constitui uma alternativa genuína à
moderna democracia representativa, em que momento poderia fazer sentido
decidir por ele? Isso depende de onde você se encontra. Para as democracias
jovens, especialmente se a chegada da dignidade democrática ainda não tiver
sido acompanhada de benefícios materiais tangíveis, o autoritarismo
pragmático pode ser muito atraente.

O mesmo se aplica aos países onde a
democracia nem tenha começado a funcionar. Podemos ver esse fenômeno
em muitas partes do mundo de hoje, em que o modelo chinês de governo
conquista cada vez mais adeptos, o que vem ocorrendo na Ásia, na África e
mesmo nas franjas da Europa. O investimento chinês nesses lugares ajudou,
mas não explica tudo. O desenvolvimento econômico acelerado, acoplado à
autoafirmação nacional, tem um apelo óbvio para os Estados que precisam
produzir resultados num período relativamente curto de tempo. Nesses
lugares, a democracia muitas vezes parece uma aposta mais arriscada.

O autoritarismo pragmático também tem forte apelo nas sociedades que
enfrentam problemas ambientais urgentes. O maior sucesso internacional do
Estado chinês na última década talvez tenha sido demonstrar de forma
plausível ser capaz de tomar atitudes decisivas em relação à mudança
climática. Parte disso se baseia em decisões ousadas e imaginativas: duplicar
num único ano (2016) sua capacidade de geração de energia solar, ou
prometer converter todos os táxis de Beijing em veículos elétricos. É uma
evolução impressionante, depois da maciça poluição atmosférica.

Ainda assim, embora as democracias maduras possam flertar com o
autoritarismo pragmático, não é provável que venham a adotá-lo. O balanço
dos riscos favorece a tentativa de reajustar o que têm em vez de apostar em
alguma coisa diferente. Uma perda econômica extrema — ou alguma
calamidade, talvez ambiental — poderia alterar fundamentalmente os termos
desse equilíbrio. É possível imaginar que uma democracia madura escolhesse
experimentar essa alternativa. Mas ainda não nos encontramos nesse ponto, longe disso.

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O exemplo da Grécia de hoje deixa isso bem claro. Um colapso
econômico das dimensões da Depressão de 1930 não bastou para convencer
os gregos a desistir da dignidade que acompanha a liberdade de expressão
somada ao benefício de longo prazo de conservar a capacidade de produzir
mudanças em seus rumos políticos, à procura de uma saída para seu aperto.

Essa combinação se mantém significativamente atraente para quem já vive
com ela há algum tempo.
Churchill, portanto, só estava certo pela metade. Por enquanto, a
democracia continua a ser a opção menos pior para muitos de nós. Mas não
para todos. Existem alternativas realistas com modelos de vestidos de seda. É provável que o século XXI assista
a um confronto entre a democracia ocidental e um sistema político rival cujo
apelo irá variar de um lugar para outro e ocasionalmente venha a se estender
até chegar à beira da nossa vida política. As tentações são reais, ainda que a
alternativa permaneça irrealista para a maioria das sociedades ocidentais. A
democracia não é mais o único regime que se pode escolher

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